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Dissertações de Mestrado Defendidas: 2012

Desenvolvimento de Métodos para Separação e Identificação do Biodiesel e/ou Óleo Vegetal no Óleo Diesel e de Aditivos em Gasolina.

Autora: Amanda Pereira Franco dos SantosMP.
Orientador: Luiz Antônio d'Avila.
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Resumo

O mercado de combustíveis tem passado por grandes mudanças nas últimas décadas, motivadas dentre outras coisas, pelas questões ambientais. Uma destas mudanças foi à inserção do biodiesel na matriz energética brasileira, o que tornou necessária a verificação da qualidade da mistura biodiesel/óleo diesel no que tange a sua quantificação, como também a presença eventual de óleo vegetal ao invés do biodiesel. Outra mudança, diz respeito à adição de aditivos detergentes e dispersantes a toda gasolina ofertada no país a partir de 2014. Esta aditivação proporcionará um melhor desempenho da gasolina nos motores e uma queima mais limpa, gerando emissões menos poluentes.

Neste sentido, o presente trabalho foi estruturado no desenvolvimento dos seguintes métodos:

Desenvolveu-se um método simples, prático, rápido e executável em campo, capaz de separar biodiesel do óleo diesel e identificá-lo semiquantitativamente através do teste do ácido hidroxâmico. Foi possível determinar a ordem de grandeza da concentração de biodiesel, com desvio de cerca de 1%, permitindo uma rápida verificação, já em campo, se a amostra está fora dos limites da especificação.

Para verificação da eventual presença do óleo vegetal, a fração do biodiesel já separada do óleo diesel foi submetida à outra extração em fase sólida. O teste, adaptável em campo, foi satisfatório para uma adulteração a partir de 1% de óleo vegetal em amostra B5.

E, por último, foi desenvolvido um método para quantificação de aditivos em gasolina, a partir de sua pré-concentração por meio da destilação (método ASTM D86) seguida da análise por cromatografia de exclusão por tamanho, com detectores convencionais de índice de refração. Foi constatada a presença de aditivos na maioria das gasolinas aditivadas, sendo que 72% apresentaram concentração de aditivo maior que 100 mg/kg para os aditivos G e W. Entretanto, há a possibilidade de 28% das amostras estarem sendo comercializadas sem os aditivos ou com concentração muito abaixo da média das demais.